O Gympass é só para empresas? O que o dono de academia precisa saber sobre a origem do faturamento.
- Otavio Augusto Rodrigues
- 7 de mai. de 2024
- 2 min de leitura
Se você é um indivíduo tentando contratar o plano por conta própria, este texto definitivamente não é para você.
Agora, se você é dono ou gestor de academia, a dúvida sobre o modelo de negócio do agregador vai muito além de saber quem paga a conta. O que realmente importa para o seu caixa é entender como esse fluxo de capital — que sai das empresas e dos colaboradores — é distribuído até chegar à sua catraca. Como ex-sócio de agregador, eu sei que a dúvida sobre "quem pode assinar" esconde a verdadeira questão: você está recebendo a fatia correta de cada um desses contratos?
Eu vou auditar o seu extrato para encontrar o lucro que está ficando preso no seu portal. Não importa se o aluno é corporativo ou dependente; o que importa é se o processamento desse check-in no seu sistema está sendo feito de forma justa. Eu faço um mergulho técnico nos seus relatórios para identificar glosas ocultas e, principalmente, auditar se a sua categoria de repasse condiz com o valor que o mercado está pagando. Muitas academias aceitam um valor "tabela" enquanto entregam um serviço de luxo. Eu encontro esses furos, recupero valores retroativos e provo tecnicamente que o seu repasse precisa de um upgrade imediato para refletir o seu real valor de mercado.
No entanto, garantir que o repasse chegue integralmente na sua conta é apenas a primeira batalha. O lucro de verdade acontece quando você usa esse fluxo corporativo para alimentar o seu próprio ecossistema de vendas.
Eu vou encontrar o lucro que está escondido no seu balcão e treinar o seu time para parar de perder vendas para o agregador. De nada adianta o sistema ser "só para empresas" se a sua recepção trata o aluno como um visitante de passagem. Eu vou implementar scripts de conversão para que sua equipe saiba transformar o usuário corporativo em um aluno fiel da sua marca própria. O objetivo é garantir que o agregador traga o volume, mas que a sua gestão de performance garanta o EBITDA, transformando check-ins passivos em contratos diretos e lucrativos.


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